imerge em tua desgraça.
descalço, na noite silenciosa,
ponha-te próximo a águas cristalinas
e cala-te.
deixe que os demônios venham.
concentra-te no teu corpo, teus pensamentos
encara o que evitas.
no que deixaste de pensar?
quem pôs poeira em teus ouvidos? o que temes ver?
escuta-te.
assim perceberás que brumas criam raízes
e que aquilo que pensas enxergar nada mais é do que a tua cegueira.